SOBRE SENTIR-SE REJEITADO: FREUD EXPLICA

 Olá meus amigos!!! Mais uma vez me encontro aqui com vocês para filosofar coisas do nosso dia a dia e particularmente hoje vai uma coisa bem intima, não sei quanto a vocês, mas comigo é assim, as vezes me sinto insolado, deixado para segundo plano, ou as vezes as pessoas me tratam educadamente, mas na verdade elas só me toleram. Confesso que o meu jeito de ser é difícil de suportar, minha família que o diga, e fico chateado não porque as pessoas  se afastaram, mas, o meu modo de agir que afastou pessoas que gosto e que de forma nenhuma queria perder.
 Procurei ler sobre o assunto para saber porque eu sou tão "mimizeiro" e tentar achar respostas  para minhas carências humano afetivas, e adivinha: Freud explica !!! Você não é obrigado a concordar com tudo que irei compartilhar aqui, mas entendo que assim como eu muitas pessoas ao ler esse texto pode se identificar com minha situação.
 Bem, descobri que todos nós temos sentimentos de rejeição uns mais outros menos, o que existe são pessoas que sabe lidar com isso e existem pessoas que assim como eu não consegue a submeter a esse ato, e que acontece para sentirmos esse sentimento? Iremos chamar para essa conversa o filósofo psicanalista Sigmund Freud (1856-1939). Ele vai falar sobre o "complexo de Édipo" que de forma bem resumida e a triangulação da relação pai, mãe e filho ,e nessa fase  que é a formação do meu ego (do meu eu) me dou conta que nessa relação eu não participo da forma que imaginei, ou seja, a partir do momento que descubro que aquela mulher que me dava peito, que me dava banho, enfim que dedicava seu tempo só para mim, dedica seu tempo para outro homem, vêm pela primeira vez o sentimento de rejeição, pode parecer absurdo isso e talvez você não se lembre disso, mas , chamamos isso de memórias mnêmicas coisas que você não lembra ,mas, ficam marcadas no seu inconsciente, se bem que me lembro vagamente que nas festas de família eu morria de ciúmes de minha mãe dançar com o meu pai.
 Logo vêm a idade de ir para escola e me sentia rejeitado porquê ninguém me escolhia para o futebol e eu ficava na chamada de 'fora" tá certo que não sou um Messi, mas preferir jogar com um a menos do que me colocar no time era doloroso.
 Vêm o Ensino Médio e com ele os trabalhos em grupos e advinha quem o fazia trabalho sozinho? Se sua resposta foi Adriano acertou!
 Bem , na minha construção como pessoa que Freud vai chamar de super ego o meu ego de Super não tinha nada e me tornei uma pessoa introspectiva e anti-social, o que me ajudou muito a melhorar como pessoa foi ter entrando no seminário, NOSSA!!! me ajudou muito fiquei mais comunicativo  e sempre trabalhou com valores que eu nem sabia que tinha.
 Na atualidade me encontro em estado de depressão, mas não quero fazer disso um vitimismo, não quero que as pessoas tenha pena de mim, queria ser compreendido das minhas limitações da mesma forma que tento compreende-las, da mesma forma que elas são sensíveis, eu também sou.
 Depois de ter aberto minha caixa preta quero dizer que não vou desisti de alcançar outro, não por carência, mas, por que sei que preciso de todos afinal não sou autossuficiente, uma hora alguém vai entender o meu jeito e vai descobrir, como já diz Freud ´´Que um charuto é apenas um charuto´´(espero que entendam a referência).
 (Adriano Soares de Sousa)                          

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