KANT PARTE 1: CRÍTICA DA RAZÃO PURA

Olá pensadores! Tudo bem com vocês? Comigo vai tudo bem graças ao bom Deus! 
Hoje iremos falar de um filosofo que vivo dizendo que irei escrever sobre ele, e sempre fico adiando,mas dessa semana não passa, hoje iremos falar um pouco sobre Immanuel Kant e sua importância para filosofia , fato é que ele irá ganhar 2 partes, a primeira iremos ver sua crítica da razão pura e depois iremos colocar sua crítica a razão prática. 
Mas, sempre é bom saber as origens do filosofo estudado, portanto antes de ver suas ideias passamos por sua história.
Kant nasceu em Königsberg  na antiga Prússia no ano de 1724, numa família de origem modesta. Em 1740, inicia na Universidade de königsberg estudo de filosofia , teologia, matemática e física. As duas tese que pública em 1755 lhe dão o direito de lecionar , sua carreira universitária , bem como seus escritos , lhe trazem honrarias e celebridade. Morreu em 1804.
O projeto crítico de Kant, começa ou pelo menos se publica ou pelo menos foi comercializado em 1781, vimos aqui que Kant nasce em 1724 , podemos entender então que o que hoje chamamos de filosofia Kantiana, ou filosofia crítica , começa com Kant maduro um senhor de 50 anos aproximadamente, antes disso tem o que chamamos de período pré-crítico, Kant já tinha uma obra denominada hoje de período pré-critico que é bastante consistente tanto que muitos historiadores da filosofia dizem que Kant já podia ter passado na história se ele tivesse morrido antes de publicar A Crítica da Razão Pura, mas essa publicação é a virada da filosofia do próprio Kant e da filosofia moderna.
Em 1781 é publicada a primeira crítica: A Crítica da Razão Pura, o projeto dessa obra é basicamente resolver o problema a cerca da metafísica(outro tema que volta e meia falo que irei escrever mais nunca entra no cronograma)  se ela pode ser considerada como ciência? E uma pergunta que ele já se fazia  desde 1755, ele comparava a metafísica com as ciências e dizia que enquanto as ciências, e ele nem se referia somente a matemática, aritmética ou física. Enquanto essas como ciências conseguiam formular e resolver um problema, a metafísica, a filosofia em geral se formula um problema, uma escola de tal filósofo afirma uma coisa a outra escola filosófica nega esse resultado e a outra escola diz que o problema não tem o menor sentido, logo pode ser concluir que é uma querela entre dogmáticos e céticos. Então, Kant diz que é preciso fazer com que a filosofia ela mesma possa vir ser uma ciência esse é o projeto pré-crítico de Kant, esse é o projeto do professor Kant horista que depois se torna professor docente da universidade e na década 1770 ele reformula a pergunta se interrogando a cerca  de será que antes de fazer uma filosofia científica eu não tenho que me perguntar se a própria metafísica ela é possível como ciência? Esse foi o ponto de partida para fazer a crítica da razão pura.
Para pode se tornar científica a metafísica deve poder funcionar como funciona a ciência , mas como funciona a ciência? Indaga Kant; a ciência funciona a partir de proposições, ele disse que existe proposições analíticas, que são proposições onde o predicado está contido no sujeito, por exemplo: Uma bola é esfera, de alguma forma a uma ideia de analiticidade, o sujeito deve conter o predicado a proposição. Outras proposições são sintéticas: O predicado está desacoplado do sujeito e está ligado em relação a própria experiência, por exemplo: a mesa é branca , a cor branca não se deduz analiticamente de mesa, mas eu devo observar a experiência desse tipo de proposições.
Kant disse que as proposições que verdadeiramente permitem avançar no conhecimentos são as proposições sintéticas. Ele inventa um novo tipo de proposição a proposição sintéticas a priori, elas são analíticas mais como sintéticas como as proposições da experiências.
Essas seriam as proposições fundantes da aritmética , da geometria e da física, às ciências avançam com proposição sintéticas a priori a metafísica deve avançar da mesma forma.
Logo vem a pergunta de Kant , como são possíveis as proposições sintéticas a priori ? Traduzindo, quais são as condições de possibilidade de uma proposição como por exemplo: eu dizer que a mesa é branca? Para se ter essa proposição eu devo ter representações intelectuais, como o que é mesa, ter nítido a cor branca, e ter conhecimento de representações sensíveis ,como, poder observar uma mesa e poder ver sua brancura. Então o conteúdo de uma proposição é ao mesmo tempo intelectual e sensível e a relação entre as representações intelectuais e sensíveis devem ser conectadas através de regras, quer dizer, pode ter uma regra para conectar o conceito mesa ao objeto mesa e o conceito branco  ao objeto branco, dessa forma eu teria proposições sintéticas com um incentivo á metafísica quando se formula a pergunta acerca de Deus, da alma, do universo enquanto totalidade, não consegue distinguir que seus conceitos por não ter referência objetiva , com objetos dados ou construídos pela sensibilidade.
O conceito de mundo não refere ao objeto do espaço temporalmente , o conceito de alma não se refere um objeto usado ou construído de fato em espaço temporalmente, e a totalidade do mundo não se dá em uma única experiência , portanto o resultado da crítica pura e que a metafísica não é possível enquanto ciência. A partir dai, ele reformula seu projeto filosófico e ai passa da crítica da razão pura para a crítica da razão prática, nessa ele se pergunta não como são possíveis os juízos da ciência,mas como é possível a objetividade de uma regra moral prática ? e a partir daí começa toda uma investigação a cerca dos fundamentos do imperativo categórico, mas isso é assunto para semana que vem se tiver dúvidas é só deixar aqui nos comentários é até semana que vem.
(Sousa,Adriano Soares de )
Referência bibliográficas: Kant,Immanuel, CRÍTICA DA RAZÃO PURA, Editora Nova Cultural,4 edição,1991 .
Fotos: Tiradas da Internet.                                              

Comentários

  1. Kant quer dizer que a ciencia e a ciencia de provar fisicamente a verdade? E porque fiquei meio confuso talvez nao estou comprendendo ? Se der Adriano para me explicar ?
    Obrigado, e senti falta do filosofando ok

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  2. Lendo vi que não fui claro. Vamos pegar a matemática, tem como você saber que 2+2 são 4 porque tem como provar isso e a tua razão absolve esse conhecimento agora falar sobre Deus segundo ele não tem como pois, sua razão não absolve esse conhecimento e não tem como provar, portanto não pode ser considerado ciência.

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