KANT PARTE 2: CRÍTICA DA RAZÃO PRÁTICA

Olá pensadores! Tudo bem com vocês? Comigo vai bem graças ao Bom Deus! Hoje é dia de darmos continuidade ao pensamento de Immanuel Kant se você não leu a primeira parte te convido a entra na página principal do texto e lê-la para que possa compreender essa segunda parte.
Kant escreve A Crítica da Razão Pura ao longo da década de 1770 e publica em 1781, nesse ano Kant se pergunta pela cientificidade da metafísica e conclui nesse livro que a metafísica não é possível em quanto ciência , mas de alguma forma o resultado positivo da crítica a razão pura é mostrar as condições de proposições cognitivas de possibilidade, quer dizer as proposições que me permite avançar objetivamente em um conhecimento teórico sobre as ciências.
Depois de 1781, Kant começa a pergunta se é possível que a moral seja objetiva, quer dizer se é possível que as regras morais de um ser humano podem ser objetivamente validadas? Outra indagação dele era como eu sei que uma regra me conduz a um agir pode ser moralmente boa ou moralmente má do ponto de vista objetivo? 
Para isso, Kant irá construir a tradição da reflexão moral , e vai mostrar que por um lado o relativismo podemos ver isso contemporaneamente, abandona a ideia de uma objetividade e reduz tudo a contingência e por outro lado o racionalismo impõe arbitrariamente princípios que não seria frutos da razão . Kant então reformula as condições de possibilidade de uma validação objetiva das regras morais procurando um princípio da razão, esse princípio da razão que validaria minha regra enquanto subjetiva e transforma-la em objetiva ele vai chamar de lei moral.
A lei moral funciona da seguinte forma: Aja de tal forma que o máximo da sua vontade possa ser elevada como lei universal, quer dizer, você deve agir segundo uma regra, a qual possa ser exemplo para que as outras pessoas possam agir , enfim: O que vale para você , vale também para todos os outros. De algum modo essa lei moral, possa ser entendida com um princípio de universalização de máximas singulares particulares.
Essa lei moral seria valida para todo ser racional , para conhece a objetividade de suas regras , devem ser aplicadas por essa lei. O ser humano como ser racional ,mas também é um ser finito, age de acordo  com a sensibilidade, com as paixões e sentimentos, então Kant mostra como o sujeito é divido entre a razão e a paixão, e tanto a razão como a paixão acabam determinando a ação humana. Por isso, a lei moral para o ser moral finito torna-se um imperativo categórico, ou seja, eu devo tomar para mim aquela lei moral para qualquer ser racional como um imperativo para mim e devo agir segundo a máxima da minha vontade se torne lei universal.
Para encerrar uso como exemplo a Deputada Federal Tabata Amaral , durante a votação da reforma da previdência foi combinado pelo o partido político a qual ela é filiada(PDT)  votar contra a reforma, porém a Deputada seguindo uma lei moral na qual ela acredita, ela foi contra a ordem do partido na esperança de que sua regra de vida se torna-se uma lei universal e votou a favor. Se ela agiu certo ou errado isso só o tempo responderá, mas que ela leu Kant na Universidade Harvard disso eu não tenho dúvida.
(Sousa, Adriano Soares de)
Referência Bibliográfica: KANT,Immanuel , Crítica da Razão Pura, Editora Icone terceira edição.
Fotos: Imagens tiradas da internet                        

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